
Solo nasce da intensidade do monólogo na linguagem dos Ciclos.
Um despertar tímbrico do simples Som e do intenso Silêncio, em expressão rítmica de sentimento improvisado.
Através da Ressonância Viva, o ouvinte é convidado a singrar por dédalos de abandono-meditativo, em que o Eu, o Momento, o Silêncio e o Som, se fundem num só.
Um despertar tímbrico do simples Som e do intenso Silêncio, em expressão rítmica de sentimento improvisado.
Através da Ressonância Viva, o ouvinte é convidado a singrar por dédalos de abandono-meditativo, em que o Eu, o Momento, o Silêncio e o Som, se fundem num só.
Em Solo, será dada preferência a instrumentos de pele natural, pela sua riqueza tímbrica e Ressonância Viva. Aliás, são estes mesmos a Inspiração.
Solo é um projecto a solo de Baltazar Molina, de apresentação ao vivo de improvisações e estudos cíclicos, em instrumentos de percussão de pele natural, de origem árabe e não só.